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	<title>Arquivos Marcela Taís - Rádio Betel</title>
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	<description>Do coração de Deus para o seu coração</description>
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	<title>Arquivos Marcela Taís - Rádio Betel</title>
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		<title>Marcela Taís aposta na tendência vintage e no rock dos anos 60 no single “Copinho de Extrato de Tomate”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Betel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 00:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Música Gospel]]></category>
		<category><![CDATA[Copinho de Extrato de Tomate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma carreira iniciada em 2011, Marcela Taís é uma das referências quando o assunto é o folk e o indie dentro do segmento gospel. Com uma música cheia de poesia, ela alcançou popularidade principalmente entre o público mais adolescente por cantar sobre a vida em seus altos e baixos e sobre o amor.&#160; E ... <a title="Marcela Taís aposta na tendência vintage e no rock dos anos 60 no single “Copinho de Extrato de Tomate”" class="read-more" href="https://radiobetel98fm.com.br/marcela-tais-aposta-na-tendencia-vintage-e-no-rock-dos-anos-60-no-single-copinho-de-extrato-de-tomate/" aria-label="Read more about Marcela Taís aposta na tendência vintage e no rock dos anos 60 no single “Copinho de Extrato de Tomate”">Ler mais</a></p>
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<p>Com uma carreira iniciada em 2011, Marcela Taís é uma das referências quando o assunto é o folk e o indie dentro do segmento gospel. Com uma música cheia de poesia, ela alcançou popularidade principalmente entre o público mais adolescente por cantar sobre a vida em seus altos e baixos e sobre o amor.&nbsp;</p>



<p>E é com toda essa bagagem e poesia que a cantora chega para somar ao cast da Onimusic, onde quebra um hiato de quatro anos lançando um single que traz o curioso nome “Copinho de Extrato de Tomate”.</p>



<p>A canção surgiu como um poema em 2017, quando Marcela ainda estava solteira. A cantora se casou em 2019 com o músico Samuel Antunes e, em 2022, os versos ganharam melodia e arranjos durante a pandemia. Em 2024, prestes a dar à luz à filha Serena, “Copinho de Extrato de Tomate” foi finalizada e gravada.</p>



<p>&#8211;&nbsp; A escolha da música tem tudo a ver com esse momento de volta porque ela fala justamente sobre superação, sobre como Deus coloca tudo de volta no lugar, nos refaz depois de quebrados e nos dá novos sonhos. Eu assino a composição e produção, mas tive parceiros essenciais para o resultado final. Um parceiro já antigo na criação das melodias e arranjos que é o Tobias Adoniran, que tocou por anos na minha banda e entende bem os caminhos malucos da minha cabeça. Outro que chamei já na fase final e que inclusive gravou as guitarras foi o amigo Alexandre Magnani que acabou acrescentando arranjos e dicas bem legais nas gravações. O estilo lembra o rock dos anos 60 mas tem uma pegada “vintage moderna” que eu fui colocando experimentações &#8211; detalha Marcela.</p>



<p>Juntamente com a música, a cantora também lançou o videoclipe em seu canal no YouTube, que segue esse estilo vintage na estética da produção, com direito à banda e vários elementos visuais que se encaixam na história, além da participação do marido da artista. Quem assistir vai poder conferir Marcela Taís nas últimas semanas de gestação, mas mesmo assim ela não mediu esforços na hora de entregar sua performance a cada take.</p>



<p>&#8211; Eu sabia desde o início que este clipe deveria carregar o mesmo tom “humorado dramático” que a canção já expressava e sempre o imaginava num fundo branco com integrantes da banda expressando comigo as emoções descritas na canção. Por isso, eu precisava ter alguém na direção com visão bem artística e poética para organizar e dar vida a essas ideias. Convidei o Rodrigo de Paula que, juntamente com a Sarah Martins, da SARÇA films, assinarem “Copinho de Extrato de Tomate”. Inclusive ele já dirigiu outros clipes meus e juntos temos ideias muito legais &#8211; destaca a artista.</p>



<p><strong>NOVA FASE E PROJETOS EXPERIMENTAIS</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXezaG1bccoQrTMiZ5a8zfSMiGQvfGL0-7f6qk10idXdvfT82Sx9Wobva9DtDOG5Bsvh5OhtHsK__4DM8gBMXetPZuMk8xFEpKTq1It_E-hLI4nOcBQ2BV8wECz2vPlU6OqqbIZMbg?key=Pb8U3-i6nxfapm8rZuaDyotK" alt=""/></figure>



<p>Sobre os próximos projetos, Marcela Taís revela que “Copinho de Extrato de Tomate” faz parte de um EP que ela considera bem experimental e que trará poemas que ela escreveu e que ainda não haviam virado música.</p>



<p>&#8211; São canções bem do meu “Acervo pessoal” se assim posso dizer, que foram nascendo em momentos bem diferentes da minha vida, bem na pegada poética, despretensiosa e orgânica que gosto de compor. São canções que fiz sem a pressa de cumprir um lançamento e acabaram carregando muita liberdade criativa. Neste EP teremos, por exemplo, uma canção com estilo sertanejo raiz, com viola caipira que eu amo, falando sobre relacionamento de pais e filhos e será uma realização pessoal em memória da minha infância e origem sul-mato-grossense. Estou trazendo muitas experimentações. O que não deixa também de ser já marca do meu trabalho que é misturar e criar dentro de estilos que eu curto. Eu gosto muito do folk e está também em minhas raízes, mas eu me sinto muito mais empolgada e livre agora para fazer as melodias, ritmos e arranjos, deixando fluir ainda mais os sons que tocam dentro da minha cabeça e alma &#8211; detalha a cantora.</p>



<p>Em relação aos temas que estarão presentes no EP, Marcela Taís pretende falar sobre “assuntos propícios a este tempo presente, o qual tem nos sufocado e diluído verdades”.</p>



<p>&#8211; Quero que minhas canções nesta minha nova fase deem palco ao puro, ao que é verdadeiro, ao belo, ao que é louvável, ou seja, reforçar os valores originais que vêm de Deus, que são os únicos meios de alcançar sanidade espiritual, mental e manter os relacionamentos vivos em tempos tão mentirosos. Irei abordar sobre a Graça de Deus como a única forma de trazer graça à vida, continuarei falando sobre relacionamentos incluindo de casados e também pais e filhos, falarei das emoções e a necessidade de Deus na cura delas e o quanto precisamos mais depender dEle para sobrevivermos estes tempos. Foi o repertório mais fácil de definir porque, como disse, desta vez eu não compus para um lançamento, eu já tinha um acervo com várias canções e escolhi as que mais senti fazerem parte deste momento.</p>



<p>Sobre a entrada na Onimusic, Marcela explica o que pesou em sua decisão de assinar com a gravadora que conta com nomes da adoração em seu cast, como Gabriela Rocha, Gabriel Guedes, Diante do Trono e Isaías Saad, e também artistas com um estilo mais alternativo e regional, como Rodolfo Abrantes, Coletivo Candiero, Milena Pina, Pagode Restaura e Sarau do Reino.</p>



<p>&#8211; Hoje com a Onimusic estamos em parceria com a distribuição digital de todas as minhas canções e duas coisas aconteceram que foram chave. A primeira é que eu estava vindo de uma experiência muito negativa com o selo que administrou meus trabalhos anteriores. Então eu sabia que quando fosse o momento de “voltar”, eu não queria mais lidar com abusos. A Oni é uma empresa sólida e cantores amigos me deram boas referências &#8211; relata.</p>



<p><strong>BURNOUT, CASAMENTO, MATERNIDADE E SUPERAÇÃO</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfhdHSCrjOFChBF_Cse91mCm6bglR3JJdsT3K4JP5Vqr0VSpfvN38Bv5FpwXlg--T2xkUGT2M2g2Lo-FLcJRe9V2ZeSVimiZXu2maKk7C1hFnl2Nyt2ZRp42tb6hZ4oN8vM-u0tuQ?key=Pb8U3-i6nxfapm8rZuaDyotK" alt=""/></figure>



<p>Com três álbuns já lançados &#8211; “Cabelo Solto” (2011), “Moderno à Moda Antiga” (2015) e “Não Sou Tão Forte” (2021), Marcela coleciona hits em sua carreira. Canções como “Não Tenho o Dom”, “Escolhi Te Esperar”, “Pequenas Alegrias”, “Ame Mais, Julgue Menos”, “Menina Não Vá Desanimar”, “Vai Passar Rápido” e “Sobrevivi” são só alguns dos hits da artista, que revela ter tido um início desafiador e enfrentou momentos que ela considera tóxicos ao longo da carreira.</p>



<p>&#8211; Nesses quase 15 anos eu suportei situações muito pesadas, abusivas, sofri injustiças, fui até roubada literalmente em meus direitos, passei muita coisa e ser mulher jovem e solteira me deixava ainda mais vulnerável infelizmente. Eu amo meu ministério mas a “carreira” foi emocionalmente e, muitas vezes “espiritualmente” tóxica, pois pessoas acabam misturando negócios e a fé para manipulação. Então, após dez anos intensos, acabei tendo episódios de burnout e não estava bem de saúde quando entreguei meu último álbum. Neste período eu conheci o Samuel e foi ele quem me levou para cuidar da saúde e até a uma psicóloga. Casamos e veio a pandemia e Deus me levou para um descanso total, um período necessário que me prepararia para uma fase muito difícil a seguir com a perda da minha mãe. Foi aí que decidi de vez me refugiar no cuidado da família e ter uma vida mais leve. Eu nunca pensei em parar de cantar, mas foi totalmente necessária esta pausa. Hoje entendo a carreira de uma forma diferente. Agora sou esposa, mãe e empresária também, tenho sonhos novos, projetos e compromissos acontecendo juntos e acho que isso na verdade trouxe uma Marcela muito mais evoluída, segura e ainda mais independente de opiniões e, o mais importante, que compreende inclusive os próprios limites e isso é essencial se realmente desejamos ir mais longe.</p>



<p>Paralelo à música, Marcela Taís aproveitou para desenvolver seu lado empresária. Em fevereiro de 2023, ela e Samuel lançaram a Poeticamente, que se apresenta como “uma marca de produtos com poesia”. Com uma linha de joias e semijoias, a loja traz uma coleção de colares, brincos, pingentes e aneis, a marca preza por um resultado que vai além de venda de produto, proporcionando experiências, que vão desde a qualidade, beleza e criatividade do produto, quanto às elegantes embalagens e o atendimento e respeito ao consumidor.&nbsp;</p>



<p>A Poeticamente tem um espaço físico e um ateliê em Campinas, em São Paulo, mas conta com revendedoras em diversos estados e uma loja online no site <a href="http://www.poeticamente.com.br">www.poeticamente.com.br</a>.</p>



<p>E, em relação ao futuro, Marcela pretende priorizar a maternidade e concluir a faculdade de Psicologia assim que possível. Mas é claro que a música também está na sua lista de coisas importantes a seguir fazendo.</p>



<p>&#8211; Tenho diversas canções, das mais diversas temáticas inclusive. A propósito minhas canções românticas prediletas ficaram guardadas e sinto que chegou a hora delas. A Serena também me inspira muito, já tenho nossas musiquinhas “secretas” que componho para ela e nos divertimos juntas. Isso também tem me dado boas ideias. Eu não pretendo voltar com uma carreira mirabolante e acelerada, pretendo sim fazer ainda algumas agendas e cantar por aí, mas com certeza agora num ritmo e num planejamento próprio que me permita continuar tendo uma vida leve e, é claro, minha vida privada &#8211; conclui.</p>



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<iframe title="Marcela Taís - Copinho de Extrato de Tomate (Clipe Oficial)" width="900" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/mHiB6hqNRro?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Alexandre Magnani apresenta a versão reggae pop do sucesso &#8220;Bênçãos Que Não Têm Fim&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Betel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 14:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música Gospel]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Magnani]]></category>
		<category><![CDATA[Bênçãos Que Não Têm Fim]]></category>
		<category><![CDATA[Counting My Blessings]]></category>
		<category><![CDATA[Isadora Pompeo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcela Taís]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo César Baruk]]></category>
		<category><![CDATA[Seph Schlueter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem dúvida, “Bênçãos Que Não Têm Fim” foi uma das canções que conseguiram furar a bolha gospel e cair no gosto dos mais variados públicos. A versão do hit “Counting My Blessings”, do americano Seph Schlueter, ganhou uma nova roupagem na voz do cantor, músico e produtor Alexandre Magnani. Envolvido com a música desde a ... <a title="Alexandre Magnani apresenta a versão reggae pop do sucesso &#8220;Bênçãos Que Não Têm Fim&#8221;" class="read-more" href="https://radiobetel98fm.com.br/alexandre-magnani-apresenta-a-versao-reggae-pop-do-sucesso-bencaos-que-nao-tem-fim/" aria-label="Read more about Alexandre Magnani apresenta a versão reggae pop do sucesso &#8220;Bênçãos Que Não Têm Fim&#8221;">Ler mais</a></p>
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<p>Sem dúvida, “Bênçãos Que Não Têm Fim” foi uma das canções que conseguiram furar a bolha gospel e cair no gosto dos mais variados públicos. A versão do hit “Counting My Blessings”, do americano Seph Schlueter, ganhou uma nova roupagem na voz do cantor, músico e produtor Alexandre Magnani.</p>



<p>Envolvido com a música desde a infância e membro de uma família de instrumentistas, Alexandre diz que a ideia de gravar “Bênçãos Que Não Têm Fim” surgiu de forma despretensiosa.</p>



<p>&#8211; Conheci a canção no Instagram ainda em inglês com os Stories infinitos da galera! Eu amo o timbre vocal do Seph Schlueter e, depois que a Isadora Pompeo gravou a versão em português, a música ganhou ainda mais notoriedade aqui no Brasil. Assim como muita gente, eu não aguentava mais ouvir essa música e cheguei até a brincar com isso nas minhas redes sociais &#8211; conta Magnani.</p>



<p>De acordo com o artista, ele não imaginava que o vídeo publicado no dia 15 de fevereiro deste ano geraria uma repercussão tão grande entre seus seguidores.</p>



<p>&#8211; Mal sabia eu que pouco tempo depois eu teria a ideia de fazer um Reels dessa canção numa pegada reggae-pop. Toda terça e quinta-feira eu lanço vídeos interpretando minhas canções e de outros cantores, até que tive a ideia de fazer a “Bênçãos Que Não Têm Fim” junto com a “Deus é Bom” (canção do álbum “Ao Vivo em Lisboa”) e deu muito certo. O pessoal começou a compartilhar meu Reels e dizer que gostaria de ouvir a minha versão inteira. Isso foi um gás pra eu terminar de conceber o arranjo da música toda e pleitear a autorização para lançar minha versão &#8211; explica o músico, que fez quase 70 mil visualizações no Reels com a versão do hit, que foi compartilhado por mais de 300 pessoas.</p>



<p>A produção musical e os arranjos da canção ficaram nas mãos do próprio Alexandre, que contou com o trabalho de João Elbert, na edição e na mixagem, e de Fernando Delgado, na masterização. Além disso, o cantor ainda disponibilizou um visualizer em seu canal no YouTube desenvolvido por Victor Cruz, que também foi o responsável pela capa do single usando fotos clicadas por Felipe Falcão.</p>



<p>&#8211; A letra dessa música é muito poderosa. A gente brinca que ela é a “Conta as Bênçãos&#8221; do hinário da harpa do século 21. A minha versão trouxe um ar de alegria e esperança que a música já carrega em sua mensagem. Deus derramou e têm derramado tantas bênçãos sobre nós, por que que a gente se preocupa tanto com o dia de amanhã. A versão original do Seph foi gravada em um andamento ternário, em 6/8, mas decidi fazer a minha versão em 4/4, dando uma força ainda maior para a letra da música, deixando ainda mais evidente a mensagem &#8211; detalha.</p>



<p>Além do visualizer, “Bênçãos Que Não Têm Fim” terá um clipe oficial assim como as demais faixas do novo álbum que Alexandre Magnani planeja lançar ainda neste semestre. O projeto promete misturar timbres analógicos e digitais.</p>



<p><strong>ROCK, POP, BLUES E JIMI HENDRIX NA BAGAGEM</strong></p>



<p>Com vários álbuns, EPs e singles lançados ao longo da carreira, Alexandre Magnani fez sua estreia na cena musical em 2013 com o álbum “Não Mais Eu”. Numa mistura de rock, pop e blues, ele carrega influências de nomes como Stevie Ray Vaughan, Jimi Hendrix, Eric Clapton, John Mayer, Chris James, Forrest Frank e Devin Kennedy.</p>



<p>Na infância, ele teve no pai o seu maior incentivador e sempre o acompanhou numa congregação de sua antiga igreja. Enquanto o pai cantava e tocava guitarra, cabia a Alexandre tocar a bateria.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Cheguei a estudar piano quando criança e depois migrei para a bateria. Quando eu tinha uns 12 ou 13 anos comecei a tocar violão e, em seguida, guitarra. Estudei música na adolescência, quando ainda morava em Rancharia, em São Paulo. Aos 19 anos, vim para São Paulo para estudar no seminário. Fiz música na Faculdade Teológica de São Paulo e passei a frequentar a Igreja Batista em Perdizes, onde fiquei nove anos e comecei a escrever as primeiras canções a fim de servir a comunidade e acabou dando origem ao meu primeiro álbum &#8211; recorda.</p>



<p>Três anos após estrear no mercado gospel, Magnani assinou com a Sony Music por onde lançou o álbum “Janela”, que trouxe as participações de Paulo César Baruk e Marcela Taís.</p>



<p>&#8211; Esse álbum me define! Definitivamente, o trabalho mais relevante que já lancei até aqui. Meus olhos artísticos foram abertos, meu som, minha maneira de me expressar cantando, as mensagens das letras que eu gosto de passar, as ministrações… Tudo se encontrou nesse álbum que eu amo tanto e que já vai completar oito anos de lançamento &#8211; conta Alexandre, que fez mais de dois milhões de plays no Spotify com a faixa “Um Dia de Cada Vez”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-us.googleusercontent.com/ZcnHAzKSeUsU7uO7C-O3ynG4_Gn4Z_333buFmJ2Q1T9tPCUwBI9UkGbxlVE6cvPR7GJDrk70hwShj4n0ybtmjFt2bkTOgNIqsQrqPn98nW7ha-p50-6qnrN5MAJxUq0DRTWtnZ-altPUbbkDi7jtcCE" alt=""/></figure>



<p><strong>NOVOS CAMINHOS E PROJETOS FUTUROS</strong></p>



<p>Após um tempo no cast da Sony Music, Alexandre Magnani decidiu seguir seu caminho sozinho. Nesse período vieram projetos ao vivo e alguns com a Igreja Batista do Morumbi, onde ele serviu durante sete anos.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Pude viver muita coisa boa! Eu amo essa comunidade! Uma dessas coisas boas foi registrar o primeiro álbum ao vivo da igreja, que tem uma tradição grande na música através do trabalho do Guilherme Kerr e do Vencedores Por Cristo. O meu desejo foi dar continuidade a esse legado. Daí começaram a nascer as canções autorais que traduziam o que a gente vivia como igreja naquele momento e também registramos as canções do hinário que mais cantávamos, tudo com arranjos numa linguagem contemporânea. Eu amo esse trabalho e esse registro! Foi um presente de Deus para todos nós! &#8211; relata o músico.</p>



<p>Chegando no dia 1º de março de 2024, Alexandre disponibilizou nas plataformas digitais e no YouTube o álbum “Ao Vivo em Lisboa”, gravado com Paulo César Baruk e com a participação de Lito Atalaia em uma das faixas. Os vídeos foram dirigidos por Luke Martins, da Umbrella Media Production.&nbsp;</p>



<p>&#8211; A história desse projeto é bem legal porque a ideia não partiu de mim e nem do Baruk. Nós dois fomos convidados por nossos irmãos de Portugal para um festival, daí eles propuseram que o Baruk e eu fizéssemos um mesmo show. Fui guitarrista do Baruk entre os anos de 2014 e 2016, por isso a nossa amizade e afinidade musical cooperaram para que esse projeto em Lisboa desse certo &#8211; declara.</p>



<p>Sete dias após lançar o álbum ao vivo, Alexandre e Baruk se uniram novamente e lançaram uma nova versão de “Deus é Bom”, canção que faz parte do projeto gravado em Lisboa. Na nova roupagem, a dupla trouxe o som trap do cantor Brunno Ramos.</p>



<p>&#8211; A música “Deus é Bom” foi o single do álbum “Ao Vivo em Lisboa”. Como o primeiro registro dela foi ao vivo, eu senti a necessidade de fazer uma versão dela em estúdio. A gente optou por um estilo musical moderno e pensar na possibilidade de um rap ou trap era algo que eu já havia cogitado. Escolhemos o trap por uma questão de gosto mesmo, sabe? Conheci o Brunno Ramos com o Ton Carfi e o Brunno somou demais nessa música! A gente está feliz com a forma como essa canção está sendo ouvida e postada nas redes por muita gente. Eu vejo que foi uma mistura boa que deu muito certo! &#8211; comemora</p>



<p>Falando agora do futuro, Alexandre Magnani já tem novidades sobre suas próximas realizações, que incluem até mesmo um documentário.</p>



<p>&#8211; Um novo álbum de estúdio depois de oito anos do “Janela”. As músicas estão incríveis e eu quero muito mostrar tudo isso para vocês. Em alguns dias lançaremos o documentário do nosso show em Lisboa e toda nossa passagem por Portugal. Fomos à Nazaré, Leiria e Alcobaça que são cidades lindas com um povo muito querido. Quem sabe não reproduzimos esse show aqui no Brasil passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fortaleza e por aí vai. Permitindo o Senhor, há muito por viver ainda em 2024! Bora viver o novo! &#8211; finaliza.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Alexandre Magnani | Bênçãos Que Não Tem Fim (Counting My Bressings) - Visualizer" width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/gR0F9tD60KU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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